LABIRINTO
Neste mundo alienado e confuso,
vivo o presente a um passo do futuro.
A vida nem sempre segue em linha reta,
extravio ao escutar o apito do trem.
Todas as angústias e dores se refazem
ao esquivar-se de minhas memórias.
Então,
escapam-me as inspirações e limitações.
É possível sentir falta daquilo que não vi?
Daquilo que não vivi?
As portas estão abertas
e não me levam a lugar algum.
O que falo ou o que penso
deixam de existir...
E eu sequer me atrevo a puxar
as rédeas do tempo.
* Cláudio Hermínio
sábado, 26 de janeiro de 2019
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